O RH nunca esteve sob tanta pressão para entregar velocidade, escala e precisão, especialmente em setores que vivem ciclos intensos de contratação, como varejo, operações logísticas, serviços, alimentação e grandes redes que lidam com alta rotatividade. Nesse contexto, o Recrutamento com IA deixou de ser experimentação e se tornou um recurso estratégico para garantir continuidade operacional, competitividade e eficiência.
As empresas que contratam em grande volume precisam hoje de processos que respondam em minutos, não em dias. Precisam de assertividade, não de triagens manuais. E precisam de uma experiência humana que não seja sacrificada pela urgência.
É exatamente sobre isso que trata a participação de Patrick Gouy, CEO da Recrut.AI, no episódio “Transformação do RH com Agentes de IA”, do InovaTalks, apresentado por Rico Araujo. Uma conversa profunda, franca e inspiradora sobre como a inteligência artificial está redesenhando completamente a forma como grandes operações recrutam, entrevistam, escolhem e se relacionam com seus talentos.
Confira!
Quando a Recrut.AI nasceu, o mercado ainda engatinhava na adoção da IA, especialmente no RH.
Não existia ChatGPT, e trabalhar com modelos de machine learning era algo manual, custoso e difícil de escalar.
Patrick lembra do início:
"A Recrut.AI é minha terceira empresa, minha segunda startup e a segunda que traz soluções para recursos humanos. Logo ficou muito claro para mim que IA, principalmente IA generativas, iam transformar vários tipos de processos dentro dos recursos humanos e um deles era o recrutamento. A dor era latente."
A visão da Recrut.AI era ousada: criar o processo seletivo do futuro antes mesmo de o mercado acreditar que isso seria possível.
E esse futuro chegou. Com a chegada das Large Language Models (LLMs), aquela barreira se rompeu:
"Quando elas apareceram, foi mágico para a gente. Porque a gente falou: é isso. Agora eu consigo fazer o que a gente tinha vislumbrado ali atrás."
A Recrut.AI, que chegou a operar com quase 100 modelos internos, passou a concentrar sua inteligência em LLMs — muito mais poderosas, profundas e capazes de compreender contexto humano.
O resultado? Uma IA no Recrutamento que conversa, entrevista, interpreta e decide com precisão antes inimaginável.
Recrutamento é, essencialmente, conversação. É troca, história, nuance, contexto. Com a generativa, Patrick explica que o jogo mudou:
"É um casamento perfeito. Recrutamento roda em conversações. Você conversa para conhecer a pessoa, para entrevistá-la. Tudo é conversação."
Mas existe um ponto crucial aqui: IA no Recrutamento não significa robotização. Pelo contrário, é uma forma de devolver ao candidato aquilo que o digital tradicional tirou: a sensação de ser ouvido.
Patrick explica:
"A partir do momento que você começa a desenhar aquela interação com o toque humano, meio que não importa com quem você está interagindo ali. Se você desenha um ambiente que seja amigável, que seja natural, começa a ser natural e as pessoas gostam."
E os números da Recrut.AI explicam esse fenômeno: 2 milhões e meio de entrevistas realizadas com 98% de aprovação dos candidatos. Isso marca o renascimento da humanização no digital.
Um dos pontos mais reveladores da conversa é quando Patrick explica os 35 agentes de IA que atuam hoje dentro da Recrut.AI — cada um com um papel, uma função, uma responsabilidade.
"Tudo é IA. Seja nas nossas entrevistas, seja na inscrição simplificada, seja nas interações pós-inscrição, seja na inteligência que damos para a empresa, para os recrutadores."
(Patrick Gouy, CEO da Recrut.AI)
Entre os agentes, há desde o que:
Isso não é automação básica. É um ecossistema conversacional operando 24 horas por dia, 7 dias por semana — algo impossível para equipes humanas.
"A Recrut.AI é pioneira nesse uso de agentes para automatizar cada etapa do processo ou deixá-la mais fluida."
(Patrick Gouy, CEO da Recrut.AI)
Um dos temas centrais no InovaTalks foi volume hiring, empresas que contratam dezenas, centenas ou milhares por mês.
Patrick explica:
"Hoje a Recrut.AI atende empresas com no mínimo 50 contratações por mês. Estamos falando de grandes empregadores no Brasil. O varejo, por exemplo, é muito nervoso. Precisa de velocidade e precisão. E o Brasil tem a maior taxa de turnover do mundo, isso se traduz em necessidade de profissionais."
E ele alerta:
"Cadeira vazia vira sala vazia, vira auditório vazio. Se você não repõe rápido, sua operação para."
É aqui onde IA no Recrutamento se torna vital:
A equação é simples: Velocidade + Escala + Humanidade = vantagem competitiva real.
Durante a digitalização dos processos seletivos, algo se perdeu. A personalização. O olhar humano. O contexto.
Patrick expressa isso com clareza:
"Quando o processo foi digitalizado, algo se perdeu. Era tudo conversado antes. Era manual, mas era humano. O digital virou uma planilha."
A IA no Recrutamento chega justamente para corrigir isso.
"Com a IA generativo agora, deu para pegar esse processo que tinha perdido muita informação e dar aquela humanizada de novo, quase como se estivéssemos voltando para o início, só que melhorando isso radicalmente."
(Patrick Gouy, CEO da Recrut.AI)
Ou seja, a IA não tira humanidade. Ela devolve.
Um dos trechos mais importantes da conversa é quando Patrick afirma:
"RH precisa se tornar um parceiro estratégico do C-level. Porque empresas são pessoas."
Com a IA no Recrutamento entregando velocidade, dados e clareza, sobra espaço para o RH focar no que realmente importa:
Dessa forma, a tecnologia tira o peso operacional. O RH assume protagonismo.
Patrick também toca no ponto que poucos querem encarar: a crise demográfica do Brasil.
"O que realmente me preocupa é a questão demográfica no Brasil. As pessoas estão tendo menos filhos. Vai ter um crunch demográfico."
E é exatamente nesse cenário que o Recrutamento com IA deixa de ser inovação e passa a ser necessidade. Menos candidatos → mais disputa → mais necessidade de eficiência.
A Recrut.AI surge como uma plataforma invisível. A marca do cliente é protagonista. A experiência flui sem interrupções.
Patrick explica por que isso importa:
"O ambiente é do cliente, as cores, a marca, tudo. Nós meio que desaparecemos. A gente quer que o nosso cliente seja o protagonista."
Isso tem impacto direto em:
A conversa do InovaTalks confirma: Estamos diante de uma nova era do RH.
Uma era onde:
E os números reforçam isso: A Recrut.AI já analisou mais de 20 milhões de candidatos
e realizou mais de 50 milhões de interações via IA.
Com tecnologia que:
Portanto, a IA no Recrutamento não é o futuro. É o agora. E quem adota cedo, lidera.
Clique e assista ao episódio completo do InovaTalks com Patrick Gouy, CEO da Recrut.AI — uma imersão nas transformações do RH moderno e no impacto real da IA nas grandes operações.
E se sua empresa busca velocidade, precisão e eficiência no RH, fale com a Recrut.AI! Estamos prontos para impulsionar o seu processo seletivo com tecnologia, inteligência e humanidade.
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